segunda-feira, 6 de maio de 2013

Como conseguir novos clientes pela internet?




É fundamental entender qual o papel de sua presença digital dentro do seu processo de vendas. Sua empresa vai buscar efetivamente fechar uma transação online, no modelo de e-commerce? Sua empresa vai gerar pessoas interessadas nos seus produtos ou serviços que cadastrem seus dados para que sua área comercial entre em contato (processo conhecido no mercado como lead)? Sua empresa vai atrair os potenciais compradores para um show room, test drive ou loja para fechar negócio?
O importante é ter clareza para avaliar e medir como estes potenciais clientes estão interagindo com cada uma das propriedades da sua empresa na internet e quais resultados estão sendo alcançados.
Para atrair novos clientes, o primeiro passo é o investimento em marketing nas ferramentas de busca, por meio dos links patrocinados, pois é onde seu potencial cliente vai procurar por seu serviço/produto. Se o seu produto é inovador e pouco conhecido, é fundamental a promoção nas redes sociais, onde poderá se espalhar rapidamente e também por meio de campanhas de e-mail marketing segmentadas, com foco no seu público alvo.
Alguns exemplos práticos que costumo recomendar aos clientes B2B, que são pouco explorados, são publicidade no LinkedIn e publicidade para geração de leads no Slideshare (rede social para publicação de apresentações).
Em todas as ações de marketing, o ideal é que esse planejamento seja feito de forma integrada, pois cada uma destas ações (e outras várias possibilidades) passa a ter um efeito multiplicador.
Respondido por Leandro Kenski, especialista em marketing digital
Revista Exame


quinta-feira, 7 de março de 2013

Logística de pessoas

 

Logística de Pessoas – Um diferencial competitivo a ser explorado

 
Logística de Pessoas – Um diferencial competitivo a ser explorado Este artigo aborda a importância de dedicarmos maior atenção à Logística de Pessoas. Entendemos que a logística é a arma estratégica para a competitividade empresarial, e para tal faz-se necessário ampliar o conceito que já vem sendo utilizado pelos segmentos da indústria, varejo, comércio e outros também para o segmento da logística de pessoas, pois assim conseguiremos racionalizar o fluxo das mesmas dentro das cidades, otimizar o tempo destas, reduzir custos, agregar valor e proporcionar uma maior satisfação das mesmas. Pude constatar a importância de um bom sistema logístico que facilite ao turista os seus deslocamentos pelos principais pontos da cidade, proporcionando a este uma imensa satisfação. Ao longo de minha experiência profissional, como executivo na área de Logística, tenho estudado e praticados muitos dos conceitos voltados para a otimização e racionalização dos fluxos de materiais e informações. Trabalhar objetivando fazer com que o produto certo, chegue na quantidade solicitada, no momento desejado e no local pré-determinado pelo Cliente a um custo adequado tem sido o foco dos esforços de muitos profissionais da área de Logística. Temos que melhorar a Qualidade do Serviço ofertado ao Cliente e obter níveis de custos (inventários, compras, frete, armazenagem...) que tornem nossas organizações competitivas neste mercado cada mais concorrido. Recentemente, tive a oportunidade de vislumbrar e perceber, na prática, uma abordagem da Logística ainda pouco explorada. Trata-se da Logística das pessoas – Isto mesmo, o fluxo das pessoas, as otimizações, facilidades, infra-estrutura, informações e todos os componentes logísticos necessários para um melhor desempenho do processo logístico de um grupo de pessoas em um local desconhecido das mesmas. Esta abordagem sobre Logística das pessoas, ficou bastante clara durante uma viagem que realizei a Europa, e que tinha como principal objetivo participar do Fórum Internacional de Administração (IV – FIA) que seria realizado em Lisboa. Aproveitando a oportunidade, nosso grupo decidiu conhecer Madrid na Espanha e algumas outras cidades em Portugal. Como profissional de Logística, por várias vezes meus colegas brincavam falando que as questões referentes a mapas, deslocamentos, meios de transporte, suprimentos entre outros deveriam ser de minha responsabilidade. Na verdade o que ocorreu foi que, como uma boa equipe, dividimos todas (ou quase todas) as tarefas. No entanto, durante toda a nossa viagem, meu instinto de profissional de logística não me deixava de perceber vários detalhes interessantes. Durante nossa permanência na Europa, entendi a importância de um bom sistema logístico que facilite ao turista os seus deslocamentos pelos principais pontos da cidade. Diante de nosso objetivo de conhecer o máximo de lugares possíveis em um menor tempo possível e ao menor custo, fomos ao longo de nossa viagem, aprendendo e desenvolvendo estratégias para otimização e racionalização de nossos deslocamentos. Decidimos embarcar com destino a Madrid e aproveitar o final de semana para conhecer a bela capital espanhola. Nossa opção foi utilizar o sistema de City-Tour que consiste em 4 itinerários de ônibus (dois andares, sendo que o andar de cima possibilita vista panorâmica) pelos principais pontos turísticos de Madrid. Há um sistema de head-phones que transmite informações (em 6 idiomas distintos) sobre os principais pontos turísticos. Outro detalhe interessante é que o passageiro pode embarcar/desembarcar do ônibus quando desejar (o ingresso é válido por 24 horas) sendo ainda possível fazer conexões entre os quatros itinerários existentes. No momento da compra do ingresso do City-Tour você recebe o itinerário das quatro linhas, um mapa da cidade com os principais pontos turísticos e os horários em que os ônibus circulam. Aproveitamos para conhecer a infra-estrutura do metrô que liga os principais pontos da cidade e principalmente os pontos de conexão entre o metrô, ônibus, trem e avião. Através destas conexões, você consegue se deslocar facilmente para qualquer ponto da cidade ou para fora desta. Após nosso final de semana em Madrid, decidimos prosseguir viagem. Nosso destino Liboa-Portugal. Iniciamos a busca da alternativa mais eficiente em termos de custo, tempo e qualidade de serviço. As alternativas eram: pegar um avião, alugar um carro ou ir de trem. Nossa opção foi seguir viagem de trem que seria o meio mais econômico e confortável. Optamos por viajar a noite em vagão leito, pois assim iríamos dormindo. Mais uma vez fui surpreendido pela eficiência dos sistemas logísticos. No dia anterior a nossa viagem demos uma olhada no mapa e identificamos que havia uma estação de trem que fazia conexão com a estação do Metrô. Pegamos então o Metrô e facilmente chegamos à estação de trem que desejávamos. Tudo é muito bem sinalizado, existem mapas espalhados em diversos pontos da cidade (principalmente nos pontos de ônibus, estações de Metrô e estações de trem). Era incrível a quantidade de pessoas que viajam de metrô com bagagem (malas), pois o metrô fazia conexão com vários pontos da cidade, o aeroporto e estações de trem que ligavam vários pontos da Europa. Chegando a estação de trem obtivemos as informações de horário, preço da passagem (Madrid-Lisboa) e o mais importante: descobrimos que era possível adquirir a passagem em uma loja de departamentos (El Corte Inglês). Após conhecer um pouco à noite de Madrid, no domingo pela manhã tínhamos dois objetivos: comprar nossas passagens de trem e decidir pelo aluguel de um carro em Lisboa, já que na primeira semana em território português iríamos realizar algumas atividades que exigiriam deslocamentos entre grandes distâncias. Com a ajuda da Internet não foi difícil fazer uma pesquisa de preços e realizar a escolha do veículo. Optamos por pegar o veículo na estação de trem que desembarcaríamos em Lisboa e reservamos o veículo em concordância com o horário de nossa chegada prevista. As surpresas sobre os sistemas logísticos continuavam. O trem chegou no horário previsto, nosso carro estava pronto e de posse de um mapa cedido pela locadora de veículos, traçamos nossos itinerários. Durante seis dias percorremos quase 1.500 Km nos guiando basicamente pelo mapa. As estradas bem sinalizadas e bem asfaltadas facilitavam bastante nossa vida. Não fosse o valor do pedágio tudo seria perfeito. O assunto pedágio merece destaque, pela forma pela qual é realizada a cobrança. Ao ingressar em uma rodovia em que existe pedágio, você retira um cartão que identifica o ponto (local) onde você ingressou na rodovia, sendo que ao longo da mesma existem pontos de pagamento (portagens) que realizam a cobrança em função da distância percorrida, ou seja, em função da utilização da rodovia. Após nossa experiência de carro, tivemos a oportunidade de utilizar outros meios de transporte coletivo. Nos hospedamos em uma cidade chamada Almada que fica a 25 Km de Liboa sendo que uma ponte liga estas duas cidades. De posse do mapa da cidade de Almada e Lisboa iniciamos nosso plano de trabalho que incluía reuniões, visitas técnicas, seminários e aproveitando o tempo livre, vistas aos principais pontos turísticos. Como estávamos sem carro, era preciso identificar as melhores alternativas de deslocamento entre os diversos pontos que necessitávamos percorrer. De posse do mapa da cidade, fomos marcando os pontos a percorrer e para nossa surpresa, todos os pontos marcados eram cobertos pela malha de transporte coletivo – sendo trem, barco, metrô, ônibus e bonde. As facilidades proporcionadas pelo sistema logístico de transporte eram fascinantes e inacreditáveis se comparadas ao que conhecíamos, e destacavam-se os seguintes aspectos: • Informação sobre o horário de todas as linhas de ônibus, metrô, bonde, barco disponíveis em todas as estações e paradas dos meios de transporte; • Cumprimento dos horários definidos; • Informação sobre o quanto tempo falta para que o meio de transporte utilizado chegue na estação em que você está aguardando; • Integração perfeita de todos os meios de transporte. Existem conexões entre as estações de metrô/trem/barco... • Facilidade de acesso aos idosos e deficientes. Ônibus com escadas que ficavam na altura da calçada e que possibilitavam o acesso de deficientes físicos em cadeiras de rodas. Estações de metrô com elevadores para idosos e deficientes; • Possibilidade de aquisição de bilhetes diários de metrô – você pode entrar e sair quantas vezes necessitar no metrô no dia; • Possibilidade de aquisição de bilhetes mensais e integrados; • Incentivo (preços reduzidos) para a aquisição antecipada dos bilhetes; • Preços diferenciados para idosos, estudantes e crianças; • Nos transportes coletivos (ônibus, bonde) não existe a presença de cobradores. Ou você possui carteira (passe) ou adquire bilhetes antecipados ou paga ao motorista (um valor bem mais alto). No caso do bonde, você adquire o bilhete dentro do próprio bonde após ter embarcado no mesmo. Existem fiscais que ingressam nos ônibus/bondes solicitando a apresentação dos bilhetes. Caso você não os tenha as multas são bastante altas; Durante minha viagem era inevitável à comparação feita com o sistema logístico oferecido ao público estrangeiro. Fiquei imaginando como um estrangeiro faria para se deslocar e conhecer os pontos turísticos de algumas cidades no Brasil. Após ter esta experiência, conclui que o estudo dos processos logísticos voltados para o fluxo das pessoas, considerando os meios de transporte, integração perfeita entre os diversos modais, informações precisas, confiáveis e disponíveis facilmente são um diferencial competitivo. Tenho certeza que se passarmos a estudar estes processos logísticos, conseguiremos oferecer uma melhor qualidade de serviço aos clientes, gerando assim melhores resultados não só através do aumento da receita com o turismo, por exemplo, mas com a redução de custos e otimização do tempo para os usuários destes sistemas logísticos.
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Como ser proativo







Ser proativo significa que, ao invés de reagir aos acontecimentos à medida que eles acontecem, você conscientemente administra seus próprios acontecimentos. A maioria das pessoas pensa de maneira reativa. E não tem problema em reagir a certos acontecimentos. Mas isso se torna um problema quando isso é tudo que há na vida de uma pessoa – nada mais do que reações instintivas a estímulos.
Stephen Covey aponta um lapso entre estímulos e respostas e é nesse lapso que está o potencial que permite que escolhamos nossas respostas. Quatro dotes humanos especiais nos dão esse poder:
1. Autoconsciência – a compreensão de que você tem uma escolha a fazer entre o estímulo e a resposta. Se alguém o insulta, você pode escolher não se zangar. Se alguém lhe oferece um biscoito, você pode optar por não comê-lo.
2. Autoconhecimento – a habilidade de consultar seu “eu” interior para decidir o que é certo para você. Você pode tomar decisões baseado em seus princípios imutáveis, independentemente do que é socialmente melhor no momento.
3. Imaginação criativa – a habilidade de visualizar respostas alternativas. Ao usar sua imaginação, você pode gerar e avaliar diferentes opções mentalmente.
4. Livre arbítrio – você tem a liberdade para escolher sua resposta particular. Você não é obrigado a corresponder ao que os outros esperam de você.
A falta de proatividade frequentemente pode ser causada pela fraqueza em um desses quatro dotes humanos. Talvez você esteja estagnado em um estado de consciência inferior e nunca consiga atingir o nível de consciência necessário para tomar decisões proativas em sua vida. Talvez sua consciência tenha sido confundida pelas condições sociais e você sequer saiba o que quer da vida; quando você não sabe o que fazer, você busca ajuda para que os outros decidam como você deveria se sentir. Talvez você não esteja parando para visualizar as alternativas. Ou talvez seu livre arbítrio esteja sendo restringido pela pressão de corresponder às expectativas alheias.
Pode-se discutir que, em algum nível, estamos sempre reagindo a acontecimentos, sejam externos ou internos. A diferença entre a proatividade e a reatividade pode, então, ser vista no sentido de qual nível de “processamento mental” ocorre durante o lapso entre o estímulo e a resposta. Uma pessoa proativa aplicaria todos os quatro dotes humanos para escolher uma resposta (ou escolher simplesmente não responder). Mas mais que isso, uma pessoa proativa investe seu tempo em tomar decisões de vida conscientes e ater-se a elas até o fim.
Pessoas reativas tendem a perder contato com seus valores pessoais. Ao invés de viverem suas vidas baseadas nesses valores imutáveis, elas pegam valores temporários dos outros ao seu redor. Se nenhuma oportunidade especial aparecer ao longo do caminho, elas vão permanecer no mesmo emprego por muitos e muitos anos, enquanto ele for “meio” satisfatório. Elas se deixam levar pelas pessoas e pelas circunstâncias que as rodeiam, mas não direcionam esse fluxo. Suas vidas estão muito fora de seu controle consciente; elas tendem a apenas usar de seus dotes humanos quando realmente precisam, como quando são demitidas repentinamente (e mesmo então, freqüentemente usam muito pouco). Mas quando as coisas estão bem, a vida permanece a maior parte do tempo em piloto automático.
Pessoas proativas, por outro lado, são cientes de seus valores. Elas tomam decisões importantes conscientemente, baseadas nesses valores. Elas criam suas próprias oportunidades e direcionam o fluxo de suas próprias vidas. Mesmo quando as coisas estão bem, elas ainda assim tomam decisões conscientes. Às vezes, isso significa manter o status quo, ao passo que, outras vezes, significa mudar de direção. Às vezes seus valores vão se alinhar bem com aquilo que é socialmente popular; outras vezes, não vão. Pessoas proativas freqüentemente tomam atitudes que parecem estranhas para pessoas reativas. Elas podem pedir demissão de repente e abrir um novo negócio, mesmo quando tudo parece estar indo bem para elas. Elas começam novos projetos e atividades “do nada” com freqüência, mesmo quando parece não haver uma motivação externa para fazê-lo. Pessoas proativas ainda prestam atenção nos acontecimentos externos, mas vão se autoguiar ao destino que desejam, independentemente desses acontecimentos.
Se uma pessoa reativa fosse capitã de um navio, o navio seguiria a correnteza. Essa pessoa se preocuparia em estudar as correntezas, tentando prever onde o navio vai parar por conta delas. Se as correntezas forem boas, a pessoa ficará feliz. Se forem ruins, ela ficará estressada. No caso de essa pessoa tentar definir um destino e as correntezas serem boas, o navio vai chegar lá. Mas se forem ruins, ela vai reclamar e trocar aquele destino por um mais fácil.
A pró atividade tem muitos nomes. Tony Robbins se refere a ela como “uso de seu Poder Pessoal”. Brian Tracy afirma: “Aqueles que não definem objetivos por si sós estarão sempre fadados a trabalhar para atingir os objetivos de outros”. Denis Wailey menciona vencedores fazem acontecer X perdedores deixam acontecer. Wayne Dyer refere-se aos proativos como “pessoas sem limite”. Roger Dawson os chamas de conquistadores. Barbara Marx Hubbard os rotula co-criadores. David Allen usa os termos “prontos para qualquer coisa” e “ter uma mente como a água”. As expressões exatas não importam. O que importa é tomar a decisão para começar a direcionar conscientemente sua própria vida, ao invés de se deixar levar pelas correntezas externas.
Por Steve Pavlina
 
Grande abraço!

terça-feira, 5 de março de 2013

Disciplinas fundamentais para o SUCESSO










Cerca de 70% das estrategias falham pela pobreza na execução e o líder tem o papel mais importante nessa questão, pois dele virão os caminhos que serão traçados.

1- Concentre-se no que é importante
2 - Atue nas medidas de direção
3 - Mantenha um placar envolvente
4 - Crie uma cadência de responsabilidade

Não existe fórmula matematica para o sucesso, mas uma trilha a ser percorrida com muito suor e dedicação.
O Líder deve definir um objetivo,atuar no que realmente é importante,delegar tarefas e papéis, manter todos cientes das metas alcançadas e motivar sempre as pessoas, pois dessa maneira os resultados aparecerão.
Mas o fundamental:
FOCO;
FORÇA;
FÈ;
DETERMINAÇÂO;
DISCIPLINA;
Sem dúvida, são o caminho da competência da excelência e eficacia em seu SUCESSO!
 
Grande abraço